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Armadilha em Alto Mar
Título original: Adrift/ Open Water 2
Título (Brasil):
Realização: Hans Horn
Intérpretes: Susan May Pratt, Eric Dane, Richard Speight Jr, Cameron Richardson, Niklaus Lange, Ali Hillis
Alemanha/Estados Unidos, 2006
Estreia: 28 de Setembro de 2006
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Média dos Espectadores |
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Um cruzeiro de fim-de-semana, a bordo de um luxuoso iate, sofre um terrível revés quando o grupo de amigos se esquece de baixar a escada antes de ir nadar em alto mar. O barco revela-se impossível de escalar, deixando-os à deriva, a quilómetros da costa. Para piorar a situação, uma das mulheres, Amy, tem de lidar com o seu traumatizante medo da água e o pavor de ter a sua filha bebé, Sarah, ainda a bordo do iate.
À medida que se apercebem da dimensão da sua trágica situação, os amigos procuram animar-se uns aos outros. Rapidamente a exaustão de se manter à superfície e a luta para voltar a subir a bordo do barco começam a tomar proporções insuportáveis. O que começou por ser uma alegre reunião torna-se numa verdadeira luta pela sobrevivência.
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* Site oficial britânico.
* Baseado em factos verídicos.
* Susan May Pratt e Cameron Richardson no CINEMA2000. |
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foliveira65@sapo.pt |
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Em 2003 Chris Kentis realizou o muito bom “Open Water”, dito que baseado em acontecimentos verídicos, e que contava como um casal de mergulhadores acidentalmente abandonado em alto mar acabava por morrer rodeado de tubarões.
Três anos depois Hans Horn parte de uma premissa idêntica, que os factos aconteceram realmente, para nos contar a história de um grupo de amigos (mais o marido e o bebé de uma e a namorada de outro) que se encontra, após cinco anos de afastamento, para um passeio de iate, pretensamente de um deles, ao largo da costa do México. Quando todos mergulham no mar descobrem que se esqueceram de baixar a escada que lhes permitiria voltar a bordo…
O realizador consegue mostrar as tentativas frustradas e depois desesperadas do grupo, para subir a bordo, numa espécie de tensão contida e que funciona em dramatismo crescente conforme as forças vão faltando e eles vão morrendo por exaustão ou acidente. Ao mesmo tempo consegue transmitir a quem vê uma angústia e mal-estar crescentes, porque nos assalta a ideia (influência do filme de 2003) de que todos vão morrer, agravada pelo facto do bebé ter ficado sozinho no barco…
Falhado é aquele corte na acção, quase no final do filme, mas no geral é um filme muito interessante, que se vê num “instante”, e que não fica atrás do filme de Kentis.
Agradável o trabalho de Susan May Pratt e Ali Hillis, duas das actrizes do filme.
Fernando Oliveira
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