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O Regresso da Múmia
Realizador: Stephen Sommers
Intérpretes: Brendan Fraser, Rachel Weisz, John Hannah, Arnold Vosloo, Dwayne Johnson
EUA, 2001
Estreia: 18 de Maio de 2001
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Eurico de Barros | Média dos Espectadores |
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Eurico de Barros
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A equipa do primeiro filme, um gigantesco sucesso comercial, regressa em peso (mais uma criancinha, por causa do "efeito Harry Potter"...) com uma «parte II» que entrou para a história da indústria cinematográfica norte-americana ao tornar-se no terceiro filme mais lucrativo de sempre no fim-de-semana de estreia. Eis uma máquina de fazer dinheiro que não faz sentido absolutamente nenhum.
«O Regresso da Mumia» é uma aventura «rétro» escancaradamente absurda, sem qualquer obediência à lógica, ao senso comum, à verosimelhança, à geografia, à egiptologia e às leis da física (sobretudo a da gravidade - a personagem de Brendan Fraser consegue voar baixinho...), baseada numa das figuras clássicas do cinema fantástico, mas que releva cada vez mais do domínio dos jogos de vídeo do que do cinema propriamente dito. Entre a avalanche de anacronismos do filme saliente-se o dirigível dotado de propulsão a jacto (nos anos 30), as referências a fazer «surf» ou o facto das personagens anglo-saxónicas falarem inglês do mais contemporâneo. E os efeitos digitais são obviamente visíveis, sobretudo quando o Rei Escorpião aparece para o combate final. Aí é que me senti mesmo perante um mau jogo de vídeo.
Refira-se que o lutador Dwayne «The Rock» Johnson, que interpreta a figura do Rei Escorpião, tem um filme com o nome da sua personagem já em preparação. Pior do que este não pode ser. |
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vanessaandreia20@hotmail.com |
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| Regresso da múmia...e um bom regresso. Adoro este filme. Também porque gosto de coisas ligadas ao Egipto nas eras dos faraós. Gostava de mais filmes assim como este! |
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boultdog@clix.pt |
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Simplesmente fantástico. O Blockbuster do Verão. Melhor do qu o prmieiro a 100%, Stephen Somers acerta em tudo com esta sequela, porque já é difícil haver sequelas que ultrapassem o original.
Imperdível, só para fâs de Indiana Jones. Apertem os cintos porque ela está de volta, e com amigos. |
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marrokinhas@hotmail.com |
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Vi este filme 11 VEZES, sim não é uma visão ou uma miragem, 11 felicíssimas vezes, gastei mais de 6 contos neste filme e arrependida? nem por sombras, faria tudo de novo, tá bem que tem efeitos especiais a mais, mas as cenas de luta superam e os flashbacks da Evy que voltam ao antigo Egipto também: a luta dela com a Anck-Su-Namun, as roupas, as pinturas, o ambiente, a língua; o Alex com o hilariante tio Jonathan... Houve uma particularidade que me interessou nestes dois filmes: Imhotep e Anck-Su-Namun, no início da mumia. Eles parecem ser os bons da fita, matam o faró pelo seu amor, deixam a boa vida que tinham ou que haveriam de ter pois Imhotep sendo um sacerdote do faraó e Anck-Su-Namun, a futura esposa do faraó teriam ambos uma boa vida, mas não pelo amor que os unia, mataram o faraó (foram estupidos porque estariam a assinar a sentença de morte, como poderiam esconder a morte do faraó?), Anck-Su-Namun suicidou-se, Imhotep teve uma morte terrivel e foi amaldiçoado,até aqui são vilões? Acho que não, Evy acidentalmente ressucita Imhotep, ele amaldiçoado tem que matar 4 pessoas para se regenarar, culpa dele? Não, culpa da maldição. Leva Evy como seu sacrifício para rescucitar a amada, vilão? Não me parece, ressucita Anck-Su-Namun que logo após morre esfaqueada, assim como Imhotep, que é enviado para o submundo pela Evelyn, vilões? talvez, pelo menos por uma boa causa: o amor. No Regresso da Mumia já muda de figura: temos Meela, que talvez tendo visões da vida sua passada, como Evy, sabe onde está Imhotep e desenterra-o e acorda-o, a partir daqui, sim, eles começam a ser verdadeiros vilões, Imhotep querendo regenerar-se com a ajuda de Meela, faz com que os 3 Ingleses abram a arca para que se cumpra a maldição,Imhotep traz a alma de Anck-Su-Namun do submundo, matando assim Meela, pronto estão juntos, Imhotep com os seus poderes poderia fazer de Super-Homem: ajudar as pessoas, usufruir dos seus poderes com uma boa causa, mas não, o tipo resolve vingar-se do Rick e da Evy, e ainda quer dominar o mundo, a Anck-Su-Namun resolve vingar-se da Evy: mata-a, esta ultima é ressucitada pelo filho, e vai ajustar contas com Anck antes que ela lhe mate o irmão, e Anck leva na focinheira, é bem feito! Enquanto isso Imhotep mostra muita coragem ao querer enfrentar o Rei Escorpião sem poderes, acto nobre! Rick e Imhotep lutam agora de igual para igual, justo! Rick mata o Rei Escorpião e fica dependurado numa "falésia" mais Imhotep e era aqui onde eu queria chegar: Evy ajuda Rick a subir pela falésia e Anck foge ao ver o "amado" em apuros. Aqui temos dois amores opostos: um de nove anos, que pelos vistos é grande e verdadeiro, e outro com mais de 3000 anos que afinal não era tão grande e verdadeiro assim. Agora pergunto-me por um amor assim TÃO verdadeiro era perciso matar um faraó, ver a amada a suicidar-se, tentar ressucitá-la sem sucesso, ser mumificado vivo, comido vivo, sofrer maldição, passar 3000 anos no submundo, matar 3 americanos e um egiptólogo, raptar uma bibliotacária, ressucitar a amada de novo, vê-la morrer de novo, ficar sem um braço, ficar mortal, morrer, permanecer mais 9 anos no submundo, raptar um miúdo, matar mais 3 ingleses, matar a Meela, ressucitar a amada pela 3ª vez, ficar sem poderes,lutar com Rick, tentar matar o Rei Esorpião sem poderes, e ficar dependurado numa falésia a implorar à amada que o ajude e o que é que ela faz, não só pelo "amor" que sente por ele mas tambem para retribuir tudo o que ele fez por ela? ELA FOGE, até eu me suicidaria depois disto tudo, e digo-vos mais,até tenho pena do Imhotep e imagino o que ele sentiu quando ela se recusou a ajudá-lo, a verdadeira vilã dos dois filmes é nada mais, nada menos do que ANCK-SU-NAMUN. Rick e Evy, esses sim, mostraram o amor que sentiam um pelo outro: ele salva-a de cair do dirigivel, atirando-se atrás dela e quase que caíam os dois se não fosse o Ardeth e o Jonathan a segurá-lo, ao menos seria uma morte linda morriam os dois ao mesmo tempo, ela arrisca-se a levar com uma rocha na cabeça mas ao menos teve "tomates" e amor suficiente para fazê-lo ( é obvio que se Anck tentasse a mesma proeza levaria com uma rocha na cabeça, ela tinha de morrer de qualquer forma não é verdade, mas ao menos morreria com dignidade,mas como é vilã teve uma morte terrivel, cada vez gosto mais de escorpiões!!!)
NÃO PERCAM O FILME!!!!!!!!!!!
Pronto acabei o meu testamento e se quiserem trocar ideias sobre este filme ou se tiverem duvidas mandem-me um e-mail. |
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dianaquino@clix.pt |
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Eu na realidade, nem sequer tinha visto o primeiro filme, por falta de opurtunidade, eu creio. Eu, também, não esperava muita coisa deste filme, pois eu contento-me com pouco, mesmo que esse pouco seja mau!.
O que eu encontrei em " O Regresso da Múmia", foi um jogo de computador muito puxado aos efeitos especiais, mas que qualquer género de Quake e afins fazia corar a ultima cena do Rei Escorpião: aquele bicho asqueroso com cara de homem, notava-se bem que era obra de alguém que andou lá a pintá-lo...
Mas esta cena não é o único elemento negativo no filme, para mim o argumento é que estragou tudo, quando eu só a meio do filme é que percebi para que raio é que servia a bracelete de Anubis!
Além de ser confuso, não tem lógica nenhuma,tendo também clichés do piorio: a melosa cena de Evy a morrer para momentos depois rescuscitar por obra de Santa Ingrácia...!
Bom, na realidade, achei graça à personagem do pequeno Alex, pois ainda me fez rir um bocado...e também achei garça às cenas de batalha, e à cena da perseguição da múmia como uma tromba de água a ver se engolia o dírigivel...mas, o filme em geral desiludiu-me e bastante, acrescendo ao facto de eu adorar cinema de aventura, eu só uma apaixonada pela egiptologia, e esperava muito mais de um dos poucos filmes que combinam estas duas coisas...mas enfim eu em cima, disse que me contentava com pouco, e foi por isso que eu sai satisfeita da sala de cinema ( um pouco aparentemente!), e é por isso que eu não vou dar aquela ambiciosa coisa preta que ali está em cima, nem a estrelinha solitária... |
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nunoo2000@hotmail.com |
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Estou completamente admirado com a estupidez da "chloez2000".
Ora ca estao as minhas razoes:
1-Este filme nao merece apenas uma estrela porque e muito melhor que o primeiro.
2-Quando a/o chloez2000 diz que o filme parece um jogo de computador esta completamente errado/a porque so a parte em que o Scorpion King esta transformado em escorpiao e que parece.
3-O filme "Quase Famosos" nao devia ter sido aqui chamado porque nao tem nada a ver com o "O Mumia regressa".
Por isso pergunto a/o chloez2000 se quando escreveu este comentario tava bebado/a.... |
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chloez2000@hotmail.com |
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Fantastico???!!!???
Com filmes tao interessantes ou pelo menos muito melhores que este, a quem diga que este merece 5 estrelas. Discordo plenamente!!Mas gostos sao gostos...
O filme parece um jogo de computador e mesmo assim bastante mau.
Corram a alugar o "Quase Famosos" e nao desperdicem dinheiro com este!! |
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jarbas22@hotmail.com |
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| O filme tem uma espécie de auto-ironia que o salva da total inanidade. Claro que temos consciência de que isso faz parte do truque, mas as constantes piscadelas de olho não deixam de divertir. E agora que Fraser ja mostrou que consegue ser actor (em Gods and Monsters), o seu jogo ganha sentido. Não muito, é certo... |
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Twinscagirls@hotmail.com |
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Vi o "Regresso da Múmia", assim como já tinha visto "A múmia". O primeiro adorei! Por que razão o segundo havia de lhe ficar atrás?? A história não era novidade...mas os efeitos especiais eram enovadores e se já no primiero eram espectaculares no segundo chegaram a duplicar!! As personagens têm agora uma dimensão mais real, do que no primeiro filme...e uma das coisas que adorei foi o facto do cast ser exacatmente o mesmo (coisa que não acontece com filmes como 007 ou Batman. É verdade, o filme é pura aventura e divertimento, e já toda a gente o sabe! É pura estupidez quem foi ver o filme a pensar uma coisa totalmente diferente, especialmente após ver o primeiro!! Portanto recomendo a quem não gosta deste tipo de filmes que não vá ver "O regresso da múmia" para assim não vir para aqui com o rei na barriga a falar mal! Bem...gostos são gostos mas estamos aqui para os discutir não é!!
Parabéns a John Hannah pela sua brilhante interpretação como Jonathan, parabéns a Brendan Fraser e Rachel Weisz pela química que transmitiram no filme como Evy e Rick, o casal aventureiro, que muito faz lembrar o clássico "Indiana Jones" |
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pmsa2002@clix.pt |
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A aventura regressou... e a triplicar. Desenganem-se os apologistas de que as sequelas são inferiores ao filme original: O Regresso da Múmia é do melhor, desde há muito tempo (talvez desde 1989, quando Indy tirou umas extensas férias). O mal dos críticos, na sua suprema presunção intelectual, é que querem á força, levar um filme destes a sério. Meus caros, isto é puro gozo, entretenimento puro. Temos uma trama infinitamente melhor que a do primeiro: o adormecido Rei Escorpião é despertado de um longo sono de 5000 anos, pelo filho de quem sabia melhor não desenterrar reliquias esquecidas (diga-se que Freddie Boath, o pequeno Alex O´Connel, é excelente, e a ele pertencem dos melhores gags do filme. Por sua vez, Imhotep é ressuscitado pela encarnação da sua amada Anck-Su-Namun, de modo a que este derrote o Rei Escorpião e lhe tome o exército de Anubis para assim, conquistar o mundo.
Uma história com muitos atraentes, mas contudo, na minha opinião tem algumas falhas, umas de ordem histórica, outras a nivel dos personagens. Comecemos:
. Anúbis não é um deus conotado com o mal, mas sim Set. Aliás, Anúbis nem tem uma conotação directa com o Além egipcio: ele é o que avalia os corações dos que morrem, e assim verificar quem vai ou não para o Além.
. não existe inferno no esquema mitológico egipcio, mas sim o Além, para onde vão os mortos, caso sejam admitidos. Este é o mundo de Osiris.
. como se verá pela prequela "The Scorpion King", este é acádio, um povo que nada tem a ver com o Egipto, tendo o seu espaço de acção na Mesopotâmia.
. agora as dinastias: o faraó, como se verificou no 1º filme, é Seti I, da 19ª dinastia. Se o Imhotep do filme é o 1º Imhotep, então está errado: não era sacerdote, foi o arquitecto que planeou as pirâmides do faraó Djoser, da 3ª dinastia. Porém o seu nome tornou-se muito popular e frequente, desde que este foi equiparado ao deus da medicina. Talvez, quem saiba, o Imhotep do filme, seja apenas um dos muitos que ostentavam esse nome. Quanto a Nefertiri, o mesmo sucede-se: a famosa Nefertiri, esposa de Akhenaton (o faraó herege Amenófis IV) pertence á 18ª dinastia. Mas, nada garante que a Nefertiri do filme seja esta.
. o grande mal do argumento, a meu ver, é que lida com demasiados elementos(o ceptro de Osiris, as encarnações, são dos mais significativos) e a sua gestão torna-se confusa de tempos a tempos.
. a questão das encarnações, é quanto a mim o mais ridiculo da história, tudo porque torna a evolução da personagem de Rachel Weisz, em relação ao primeiro filme, uma questão sumária. A encarnação é uma forma de "despachar" esse aspecto.
Brendan Frasier é excelente, se bem que menos expressivo que no primeiro (não é rival para Freddie Boath), diga-se o mesmo de Rachel Weisz (mais sexy e desembaraçada) e John Hannah (Jonathan faz uma dupla excelente com o sobrinho, Alex), mas a outra grande surpresa vem do israelita Oded Fehr, e o seu guerreiro Medjai, Ardeth Bay, absolutamente empolgante. A banda-sonora, a cargo de Alan Silvestri, o predilecto de Zemeckis, faz esquecer a de Jerry Goldsmith do primeiro, com temas épicos e grandiosos, de arrepiar a espinha. Os efeitos visuais, apesar de nitidamente "visiveis", cumprem com a função. Em suma, um bom filme para a familia, sem grandes pretenções senão a de querer ser um bom entretenimento, e por isso tiro o chapéu a Stephen Sommers e um bom "middle-finger" a alguns maus figados.
Curtam o filme e muitos mais
Pedro Almeida
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tcosta@netcabo.pt |
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The Mummy Returns (O Regresso da Múmia):
A inevitável sequela do êxito de bilheteiras de 1999 "The Mummy" é, também inevitavelmente, muito pior. O outro ainda me agradou porque, há falta de melhor, regressou com um género (de aventuras) que já há algum tempo não aparecia nos ecrans. Claro que não passou de uma tentativa semi-falhada de fazer uma aventura "à la Indiana Jones" mas, a espaços, era divertido (se calhar se o revisse já não gostava nem um bocadinho, no entanto, lembro-me que na altura passei um bom momento na sala). Longe de ser uma surpresa, "The Mummy Returns" falha até como divertimento ligeiro. Primeiro que tudo, Stephen Sommers não deve ter tido muito trabalho a escrever a história, é básica, sem ponta de inventividade. E, segundo, a(s) aventura(s) esteve (muito) longe de ser suportável. Não há qualquer ideia original ao longo do filme. As cenas de acção são basicamente as mesmas do primeiro, com apenas algumas variações irrelevantes (chega a ser deprimente a sequência da onde gigante, recalcada do primeiro filme. Imagino o que pensaram: "Os gajos são tão estúpidos que nem vão notar as semelhanças e nós temos menos trabalho!"). E o que não é igual ao primeiro, é "copiado" de muitos outros filmes do género (por exemplo, o final é "estranhamente" semelhante ao do "Indiana Jones and the Last Crusade"). Stephen Sommers seguiu a lógica "mais do mesmo, mais barulhento e exagerado" e, penso, saiu-lhe o tiro pela culatera. A meio das duas (longas) horas de duração já estava tão saturado de tantos efeitos especiais (e são tão artificiais que, a espaços, parecia que estava a assistir a um jogo de video aborrecido), barulho, combates "à la Matrix" e "one-liners" previsíveis, que quase já rebolava pela cadeira, ansioso que estava pelo final do filme. Caso para dizer: Muita parra, (muito) pouca uva.
P.S. Vi o trailer do "Tomb Raider" e, ou muito me engano, ou o filme vai ser mesmo mais uma daquelas "bombas" de Verão, estilo "Godzillas", "Mummy Returns" e afins.
Até breve,
Tiago aka DonnieSmith |
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duartecarreira@netcabo.pt |
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| Vi hoje "O Regresso da Mumia" e digo que estou bastante surpreendido. Surpreendido porque hoje em dia é cada vez mais dificil (a meu ver) aparecer uma BOA sequela e quer-se goste ou não da `Mumia`, temos que concordar que este `return` é bem melhor que o primeiro. A nível visual é do melhor que já se viu em Hollywood; as cenas ditas de `luta` são muitas mais e bem mais elaboradas e trabalhadas e por ultimo, considero que o inicio é avassalador. A cena do Scorpion King a liderar a batalha em Tebes é simplesmente fabulosa. E prova disso é que já está a ser preparada um prequel da `Mumia`, em que se explica a aparição do "Scorpion King". Para quem esteja interessado: http://us.vdc.imdb.com/Title?0277296 |
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ovelhinha@lusoweb.pt |
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| Simplesmente fantastico, adorei o filme.Ha muito tempo que nao via um filme com tanta qualidade. Vao ver porque vale a pena... |
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antunes725@yahoo.com |
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Ao que me conta a revista “TV Guia”, uma das especulações que foi feita em relação às causas do afundamento do Titanic era relacionada com o facto do navio levar a bordo –supostamente-, uma múmia. Como não vi nenhuma múmia no filme de James Cameron (embora algumas más línguas não hesitem em dizer que ela foi interpretada por Billy Zane), ou seja, “Titanic” não foi à “Múmia”, a “Múmia” foi ter com “Titanic”… explico mais à frente.
“O Regresso da Múmia” deve ser a maior repositório de outros filmes que surgiu nos últimos tempos, já que o realizador Stephen Sommers parodia cenas inteiras de alguns dos maiores sucessos da história recente do cinema (não vou dizer “plagia”, pois ele é tão óbvio que tenho que acreditar que foi uma opção consciente).
Assim, e ficando apenas pelos casos mais óbvios, “O Regresso da Múmia” começa com “Gladiador” (a cena inicial da batalha, há milhares de anos atrás), depois passa a “Indiana Jones” (principalmente “Os Salteadores da Arca Perdida” e nas cenas mais macabras e da tentativa de sacríficio humano em “… Templo Perdido”) e ainda faz uma mistura entre “A Guerra das Estrelas” (a múmia a falar à Darth Vader) e “De Olhos Bem Fechados” (a máscara e as roupas dessa mesma múmia na cena que decorre no comboio),
Claro que ainda consegue ir buscar coisas ao filme original de 1999 (cujo início é muito semelhante), vai ao “Aliens” e ao “Parque Jurássico”, mete um pouco de “Matrix”, “Braveheart” e até dos “Três Estarolas”. Temos igualmente “Os Simpsons”, na que é uma das cenas mais engraçadas no filme, quando o miúdo Alex (Freddie Boath, muito bom), pergunta ao seu vigilante “We there yet?” várias vezes, cena retirada a papel químico das cenas entre Homer e Bart Simpson nas viagens de automóvel.
Depois, lá vem o “Titanic”, a bordo de um dirígivel saído do filme de Terry Gillian “As Fantásticas Aventuras do Barão” (ou algo do género) na paródia que faz à cena entre Leonardo DiCaprio e Kate Winslet na proa do navio. Por fim, na cena da batalha final temos “Star Wars- A Ameaça Fantasma”…
O maior problema em “O Regresso da Múmia” é que são tantos os filmes que convoca que se esquece de ter identidade própria: ficam as tais ideias de Steven Spielberg, George Lucas, James Cameron e afins, mas é difícil encontrar uma de Stephen Sommers. Por outro lado, anda por aí a ser vendida a ideia que esta sequela “é melhor”. Ora, o “melhor” aqui só pode ser entendido por ser “A Múmia” original com mais do mesmo, em quantidades generosas que só um orçamento bastante elástico pode permitir.
Um defeito que sempre encontrei no filme de 1999 é que as cenas “parecem” mesmo ter sido feitas a computador: deslumbrantes, mas artificiais. Já neste filme que abre a temporada de Verão no nosso país, isso volta a acontecer, o que é óbvio em muitos momentos (tudo o que envolve nuvens e bicharada), mas principalmente na cena inicial de arrasar (uma moda d´ “O Resgate do Soldado Ryan”), quando as tropas do rei Escorpião atacam Tebas (3067 a.C.) e se vê que todos caminham em sequência e completamente ordenados: parecem soldados de um jogo de computador.
Assim, “O Regresso da Múmia” tem mais efeitos especiais, mais batalhas, mais incoerência no argumento e chega mesmo ao momento em que “vale tudo” (nem vou dizer quando, será claro demais para quem o for ver). À semelhança do filme original, o que mais gostei foram os momentos iniciais, pois mesmo tendo sido feitos a computador, recriam o Egipto antigo e isso é sempre invulgar nos filmes de hoje. Mas o filme, embora entretenha durante a maior parte do tempo, na sua fase mais ridícula (a última meia-hora) é comprido demais e chega a ser maçador quando se aproxima do climax (o que é um contrasenso).
Quem quer saber da história do filme? Quem quer saber das interpretações dos actores? A história é rudimentar e sem coerência alguma (mesmo matematicamente, já que o primeiro filme decorre em 1926, este é em 1933 e o filho dos heróis tem… 8 anos): a múmia Imhotep ressuscita outra vez e pretende conquistar o mundo, algo que conseguirá com a ajuda da bracelete de Anubis, que está na posse de Rick O`Connell (Brendan Fraser) e Evelyn (Rachel Weisz). A bracelete fica atarrachada ao filho Alex, que é raptado e voltam todos ao Egipto e graças a umas pistas astísticas do seu filho, dirigem-se para o oásis de Ahm Shere…
Os diálogos juntam as piadas do costume com inglês deliciosamente contemporâneo (o que me custa a perceber, já que ainda hoje os britânicos parece que falam como há 100 anos atrás, quanto mais num filme ambientado nos anos 30). O filme consiste no roteiro “Egipto-Londres-Egipto”, mais bicharada nojenta, raptos, perseguições, lutas, tiros (mitos, reincarnação, amor eterno estão apenas de passagem e é pena… até “Highlander” faz melhor).
As personagens são “cartoons” e os actores são invariavelmente médios ou maus (John Hannah está pavoroso). Sendo positivo ter-se juntado todo o elenco inicial do filme, como sucede com a maior parte deste tipo de filmes, tirando Oded Fehr (como Ardeth Bay), os maus têm mais carisma e são mais interessantes. Estou a pensar em Arnold Vosloo (Imhotep) ou Patricia Velasquez (Anck-Su-Namum)… ironia das ironias, está a cargo de Arnold Vosloo o único momento dramático interessante, em que sentimos algo por uma das personagens (na maior parte do tempo, “Who cares?”), mesmo no fim do filme.
Fica assim um gigantesco jogo de computador, com momentos visualmente fabulosos, mas sem identidade própria: a ordem é “meia bola e força”. Perdeu-se o gozo da ingenuidade do primeiro filme, quando se esperava que ele fizesse algum dinheiro, mas não TANTO assim; na verdade, “O Regresso da Múmia” tornou-se um produto sintético e automático, de fábrica da Universal, um filme de série B com muito dinheiro investido. Aparentemente, as pessoas envolvidas na produção simplesmente esperam que mais efeitos especiais e mais lutas compensem a ausência de história… e têm toda a razão, já que os $98 milhões de dólares que custou estão lá todos e o filme já rendeu mais do que isso.
Para mim, o que acaba por compensar neste “O Regresso da Múmia” é o facto de, apesar de tudo, não se verem este tipo de filmes “exóticos” muitas vezes. Quando uma personagem diz “ninguém morre por abrir uma arca”, lembrei-me de um outro filme, onde a abertura de uma arca (perdida) contraria esta expressão… fica por isso a vontade doida de rever a triologia “Indiana Jones” original, talvez numa maratona. Mas se a mim me é impossível gastar hoje em dia mais de 6 horas para o fazer (a não ser à custa das horas de sono), fica-me a constatação triste de que em Hollywood também parece que ninguém o faz para aprender alguma coisa…
Nuno Antunes (21/5/2001)
P.S.- Na realidade, a minha classificação é de 2,5. Sinto necessidade de especificar, pois a classificação matemática está a arranjar-me problemas: “Psicopata Americano” e “A Casa da Felicidade” eram 3,5 e nivelei para baixo; em compensação, “A Mexicana” era 2,5 e nivelei para cima. Ora, é impossível nivelar estes 3 filmes com a mesma classificação, pelo que não vou dar 3 ao “O Regresso da Múmia” e puxá-lo para o nível dos outros. Quanto mais não seja, porque espero que o Verão nos traga filmes melhores… |
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Vmalha@hotmail.com |
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Bem, nem de so de grandes filmes aclamados pela critica vive o cinema, e também são necessários filmes de aventura e acção, que nos fazem sonhar pelos mundos da imaginação, onde a eterna batalha do bem contra o mal continua e os herois somos nos.
Até hoje ainda não consegui compreender o porque é que este tipo de filmes são tão mal amados pela critica. Mas felizmente sempre muito bem aceites pelo publico que acorre em massa para os ver. Será tão mal sonhar e ser criança? Viver as aventuras desse tipo de herois como Indiana Jones, Luke Skywalker e tantos outros? Este é um filme que apenas pede uma coisa, deixem-se ir e entretenham-se, e consegue-o. É mais filme de aventuras que o primeiro. O filme "A Mumia", estava muito entre o filme de terror e aventura, um misto dos dois, não conseguindo se situar bem em nenhum. Uma tentativa de pegar na velha historia da mumia com Boris karlof e atualiza-la aos dias de hoje. Os personagens eram muito estupidos e sem profundidade nenhuma, safando os efeitos especiais e a excelente introdução que nos conta a historia de Imothep. Neste segundo é a aventura que reina. Os personagens estam bem melhores que no primeiro, bons gags, mais uma vez excelentes efeitos visuais, tudo muito bom. Para quem realmente procura uma boa tarde de entretinimento vale e muito a pena. Se isto realmente melhora de filme para filme como aconteceu do primeiro para o segundo, então façam o favor de fazer terceiro |
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joaquim.c.lucas@clix.pt |
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DEZ ANOS DEPOIS...
...da primeira aventura em temerária incursão pelo interior das pirâmides egípcias, Rick O’Connell (Brendan Fraser) e Evelyn (Rachel Weisz), agora casados, vêem-se na contingência do regresso ao norte de África para resgatarem Alex (Freddie Boath), o filho de ambos. Neste universo burlesco lutarão contra o resgatado Imhotep (Arnold Vosloo) e o Rei Escorpião (Dwayne Johnnson).
Não irão certamente faltar defensores deste filme que me fez lembrar um qualquer parque temático de diversões. Um filme que quase abdica de substância no seu argumento, que vive de efeitos especiais em catadupa mas que se revela absolutamente oco, vazio. As figuras bizarras atingem uma expressão tão ridícula que chegam a arrancar-nos forçadas gargalhadas numa espécie de efeito ‘cócegas’. Sendo um filme de milhões com o único objectivo de angariar ainda mais milhões, assente num interminável manancial de truques técnicos onde cada um deles parece esperar pelo outro, este "Múmia - Parte II" é um excelente e digno seguidor do "Múmia - Parte I" mas comprovando que a cópia resulta sempre pior que o original. Tal como no primeiro abundam as referências a outras produções fílmicas, umas descaradas outras mais discretas, das quais se destacam "Indiana Jones", "Titanic" (aqui numa alusão quase satírica, suponho) e "A Guerra das Estrelas".
Em termos do trabalho dos actores os destaques positivos vão unicamente para o miúdo Freddie Boath e para o seu tio no filme, John Hannah, figuras que ainda assim atingem alguma comicidade pura, sem a ajuda da técnica. Brendan Fraser tem uma prestação completamente falhada, sem carisma algum e nunca conseguindo sequer assumir o protagonismo da película ( que lhe é usurpada por Imhotep ) arrastando-se pelas filmagens como se carregasse o mundo inteiro às costas.
Num filme com estas características, a qualidade do som é péssima (isto apesar de ter assistido ao filme numa sala supostamente bem apetrechada para o efeito).
Em suma, cinema espectáculo/pura diversão/entretenimento ligeiro, efeitos especiais tudo ao molhe e fé em Deus/eh pá acendam as luzes, filme de aventuras em registo de terror numa espécie de vontade de dirigir um convite à múmia "olha lá, man, vai uma imperial e um pires de tremoços?" e a prova científica da existência afinal do ‘filme pipoca’.
Olhem, não gostei especialmente.
Joaquim Lucas, 2001.05.20
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É óbvio que não é um filme para ser aplaudido pela critíca.Mas como grande frequentador de salas de cinema que sou,acho que não faz mal nenhum ver um ou outro filme de mero divertimento.
Os efeitos especiais são excessivos mas de grande qualidade.Os cenários são espectaculares,as cenas de luta de cortar a respiração;os actores...Rachel Weisz muito mal,Brendan Fraser Medíocre,o filho do casal é talvez a melhor personagem do filme.
Resumindo:a história é mais fraquinha que a anterior,mas o modo como é filmada é muito melhor. |
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