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Miss Detective
Realizador: Donald Petrie
Intérpretes: Sandra Bullock, Michael Caine, Candice Bergen, Benjamin Bratt, William Shatner
EUA, 2000
Estreia: 23 de Março de 2001
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Eurico de Barros | João Lopes | Média dos Espectadores |
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Eurico de Barros
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Para um filme que se propõe brincar com a vacuidade dos concursos de beleza, e com o vazio existente naas cabeças das boazonas concorrentes, «Miss Detective» não apresenta recheio que encha tanto espaço livre. Dois ou três momentos muito cómicos de Sandra Bullock numa agente do FBI maria-rapaz, deslavada e desmazelada, convertida em «Miss» New Jersey curvilínea e a fingir de tontinha por razões de serviço, Michael Caine em piloto automático a fazer de «gay» sem recorrer aos tiques «gay» estridentes habituais, William Shatner num apresentador de «beauty pageants» já ligeiramente taralhoco, e é tudo.
Ainda por cima, «Miss Detective» acaba por contradizer a sua intenção satírica inicial, ao querer ficar bem com toda a gente e não ofender ninguém, nem quem participa em tais concursos e os organiza, nem quem protesta contra eles ou lhes é indiferente. Até há um momento em que o filme passa a mão pelo pêlo das lésbicas. Produzido e interpretado por Sandra Bullock, «Miss Detective» marcou a reconcliação da actriz com as plateias americanas, já que foi um dos sólidos êxitos de bilheteira do ano passado nos Estados Unidos. Valha isso a Bullock, porque o resto... antes as boazonas de biquini a desejar a paz mundial. |
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João Lopes
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Sandra Bullock decidiu começar a produzir filmes com... Sandra Bullock. Porquê?, eis a única questão pertinente. De facto, que faz com que uma estrela de sucesso, com qualidades de representação mais que estimáveis, se abalance a fazer uma paródia (?) policial (??) aos concursos de «Misses» sem outro objectivo que não seja a caricatura (???) pateta e patética?
Respostas? Não sei. Entretanto, a bola preta diz o pouco que há para dizer. |
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val_f_888@hotmail.com |
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Realmente há filmes que sinceramente como este é muito bom, como ja vi este filme acheio bastante interessante e divertido.
Quem ainda nao viu este filme, eu aconcelho em ir ver porque este filme é uma maravilha |
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anetecristina@hotmail.com |
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| Sou suspeita para falar,pois qualquer filme com a Sandra pra mim merece muitas estrelas... Muitos os assistem somente para vê-la,sei que parece vazio pois a Sandra tem muito mais a oferecer. Mas ela conquistou esse espaço merecido no coração dos fãs, e quem fala o contrário não deveria nem entrar no cinema para assisti-la. |
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wallerio@hotmail.com |
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o pior dos piores
este filme da sandra não existe nada pior, quer dizer existe, só outro deste para mim deixar tão furioso e pensar que paguei 6,00 R$ para ir ao cinema e ver esta "porcaria". |
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jarbas22@hotmail.com |
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Este filme é uma daquelas peças tão caracteristicamente industriais: um argumento simpático e cheio de piscadelas de olhos, transforma-se, por obra do capitalismo cultural de massas, num veículo comprometido e despido (sem trocadilhos...) de emoção.
Resta uma galeria de secundários atrevidos, capitaneados por um Michael Caine num registo ineperada e deliciosamente "camp". Seja tudo pela paz mundial... |
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magnolia@sportingcp.com |
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Tinha muito poucas espectativas em relação a este filme mas ao vê-lo, não só as cumpriu todas como as ultrapassou. Uma comédia muito engraçada, uma caricatura ao mundo das misses e uma mudança de ser e estar.
A ver... |
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fmgmartins@yahoo.com |
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Não costumo deixar comentários, mas vendo a disparidade que para aqui vai resolvi tomar partido...
Muito sinceramente, fui ver este filme convencido que não ia ver um `grande filme` mas apenas com o objectivo de passar um bom bocado. Não fiquei desiludido e o bocado passado foi mesmo um excelente bocado. Para mim, a única explicação para as pessoas que acharam o filme uma verdadeira porcaria, ou estavam realmente muito mal dispostas ou acordaram com o rabo fora da cama.
A Sandra Bullock está fenomenal na sua transformação de `patinho feio` em `cisne deslumbrante` e a primeira vez que ela aparece com um vestido até faz faltar a respiração a um homem! Tirando os seus dotes físicos (ou falta deles, na opinião de alguns) a sua interpretação como actriz de comédia está `5 estrelas`, dando-no uma constante torrente de risos e sorrisos que dura durante praticamente todo o filme, coisa que não se pode dizer das comédias dos últimos anos que raramente têm situações que de facto façam rir.
Para mim, este foi o filme mais engraçado dos últimos anos... O `Meet the Parents` foi uma desgraça na minha opinião, as comédias românticas são uma seca desde o `Um Amor Inevitável`, `O Que As Mulheres Querem` apenas se aproveitam uns minutos da primeira parte e... enfim, não há basicamente concorrência a este `Miss Detective` que sem dúvida é o melhor filme de entretenimento existente por aí (repito que isto não quer dizer que seja o melhor filme ou mesmo um `grande filme`, apenas que nos divertimos mais neste que nos `grndes filmes`). Não podemos estar à espera de um enredo elaborado ou mesmo original... Neste caso não é o facto de ser original que conta, é a forma como é contado e interpretado.
Viva a Sandrinha! |
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antunes725@yahoo.com |
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Há muito, muito tempo, numa galáxia que agora parece distante, Sandra Bullock pediu aos executivos da Disney para não fazerem campanha em seu nome para os óscares, pelo seu trabalho em “Enquanto Dormias”, por achar que ainda não o merecia. Lamento informar que Miss Bullock não correrá esse risco nos tempos mais próximos, se mantiver a sua escolha de filmes neste patamar.
É certo que a actriz nunca recuperou completamente daquele maremoto chamado “Speed II”. Mas o que acaba por ser grave com este “Miss Detective” é que a actriz é também a produtora ou seja, arranjou financiamento, influenciou a história, mexeu os cordelinhos… era o “seu” projecto. E é tanto mais grave quando a actriz tem talento (como é o caso) e o desperdiça em coisas como este filme ou o “Em Amor e em Guerra”, colocando a fasquia demasiado baixa (mesmo para um filme que se pretende levezinho, como é o caso).
“Miss Detective” até começa bem, já que após uma introdução “infantil” com cenas para maiores de 18 anos, avança com uma rábula aos filmes policiais em que a vigilância sob disfarce desempenha um papel essencial. Sandra Bullock (estou sempre a repetir o nome dela, mas tem de ser) surge aqui como uma mulher (?) muito desmazelada e antipática, aquela velha versão de ser mais homem que os homens, já que está no FBI e tem de colocar à prova sempre as suas capacidades num mundo de homens.
Um terrorista qualquer vai ameaçar um evento que os nossos heróis (faltava-me introduzir Benjamin Bratt) chegam à conclusão ser o concurso “Miss América”. É preciso colocar um agente infiltrado e de alguma forma chega-se à conclusão que a protagonista (que já passou o escalão sub-25 pretendido na realidade por estes concursos, mas isso não interessa) é a mais indicada para um trabalho sob disfarce.
Entra a personagem interpretada por Michael Caine (aqui a fazer um dos tais filmes por dinheiro de que ele falou no seu discurso nos Globos de Ouro de 1999), que, especialista neste tipo de criações artísticas (mas afastado da ribalta por um escândalo), vai tratar do visual e das boas maneiras da agente federal. Claro que ele vai ter um sucesso fabuloso, à boa maneira do Mr. Higgins (como o filme menciona, para não se correr o risco de passar uma piada subtil). Caine está aqui em piloto automático, mas é suficiente para cilimbrar a protagonista, além de que tem direito à melhor piada do filme: “não via ninguém andar assim desde o «Parque Jurássico»”.
Pelo meio, também aparece Candice Bergen, como organizadora do evento e “terrorista” (não estou a dizer nada que não se perceba nos primeiros 30 minutos) e volta a provar que é muito boa em comédia… pois é necessário ser muito boa para se destacar num papel (?) que não vale nada. William Shatner faz uma paródia engraçada e há algumas piadas bem metidas, além de que as raparigas são dignas do concurso a que concorrem… mas convenhamos que colocar Sandra Bullock entre as duas finalistas é uma proeza digna de Hollywood.
Claro que a nossa agente vai acabar por ser convertida não só ao mundo feminino (ao qual ela nunca fora convenientemente introduzida… apeteceu-me citar “O Filhos da Noite”, de Nicholas Ray, absolutamente nada a propósito), como acaba conquistada pelo “Miss América”. Paz no mundo, é bem verdade… e para as nossas cabeças, obrigadas a ver este tipo de disparates que vai fazer as delícias das tardes de domingo das televisões daqui a uns tempos.
As duas estrelas bem esticadas vão em atenção de Caine e Bergen, com os votos de melhores projectos (felizmente, tenho lido que esse será o caso de Caine no futuro). De resto, só me apetece desabafar e dizer que é quase incúria o filme ter estreado em mais salas que o recém-oscarizado “O Tigre e o Dragão”…
Nuno Antunes (30/3/2001) |
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joaocc@visto.com |
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Sandra Bullock...
Que desperdício tão grande de celuloide...
Sandra Bullock será um caso perdido ? |
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joão_gomes@netc.pt |
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| Tinha espectativas muito baixas em relação ao filme, no entanto, cheguei á conclusão que este é um magnífico filme, quem puder, que o vá ver! Lindo do principio ao fim, cómico como existem poucos, além disso, podemos aqui ver que os críticos não devem de ter visto o filme todo, pois li muitas coisas más sobre ele, e posso dizer-vos que apesar de realmente não ser um filme digno de 5 óscares, a Sandra Bullock esmerou-se, quer na realização, quer na sua própria participação. Quem puder ir ver, não se arrependerá! |
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sidious@netzero.pt |
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Realmente há filmes que sinceramente.
Este filme define um novo conceito de mau, o mau nunca foi tão mau. A nossa amiga Sandra tem uma veia para a comédia tão grande como os seus dotes femininos que realmente ainda deve se a coisa que vai levar o público ao cinema.
Por favor evitem o filme, vão ver qualquer outro que já viram 20 vezes garanto que não será menos frustrante.
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