Paris

Título original: Paris
Título (Brasil):
Realização: Cédric Klapisch
Intérpretes: Juliette Binoche, Romain Duris, Fabrice Luchini, Albert Dupontel, François Cluzet, Karin Viard, Gilles Lellouche, Mélanie Laurent, Zinedine Soualem
França, 2008
Estreia: 16 de Outubro de 2008


Média dos
Espectadores
   
 
Esta é a história de um parisiense que adoece e se questiona sobre a sua morte.
O seu estado dá-lhe um novo olhar sobre as pessoas com quem se cruza. Fá-lo encarar a morte de repente e pensar na vida, na vida dos outros, na vida da cidade que o rodeia.

*****

* Cédric Klapisch, Juliette Binoche, Romain Duris e Albert Dupontel no Cinema2000.




dina
belo filme!


Alex Aranda
Cinema francês ao seu melhor.
Vidas humanas, as suas inter-relações, os seus dramas e emoções. Óptimas interpretações e diálogos. Visão realista sobre a vida e nada romântica sobre Paris, uma cidade cheia de um imaginário muito ligado ao amor.
Klapisch continua o seu percurso pleno de honestidade e versatilidade.
Uma crónica amarga sobre a solidão humana actual e cada vez mais sentida nos grandes aglomerados urbanos.
Pouca coisa é alegre e feliz neste filme (como em “Coeurs”, visto este ano e com alguns paralelismos com este “Paris”), mas isso não o impede de ser um belíssimo filme. A sua beleza está precisamente na honestidade dos personagens, bem como nas situações e emoções apresentadas.
E há sempre aquele sorriso luminoso de Juliette Binoche.
Provavelmente, o mais belo filme actualmente em cartaz.


Paulo Ferrero
Cédric Klapisch pode não ser dos melhores realizadores franceses da actualidade mas tem queda para filmes em matriz, feitos de mosaicos váios, a partir de colagem e cruzamentos de várias personagens que, por uma razão ou por outra se cruzam nem que seja por momentos. Geralmente tem bom gosto e desta vez volta a ter:

Diálogos muito bem conseguidos, ditos e interpretados, desta vez, por um trio de eleição: Binoche (sempre uma lufada de ar fresco em tudo quanto entra, mesmo que em filmes parvos, que não é o caso), Luchini (um actor fabuloso que vive na sombra de terceiros, como eterno secundário) e Romain Duris (um dos melhores actores franceses da actualidade mas com excessiva tendência para doenças do foro cardíaco...).

Paris serve aqui de `leit motiv` para um melodramático homónimo (é Paris como podia ser qualquer outra metrópole) bem ao jeito do realizador, contendo uma série de mensagens, mais ou menos óbvias, com destino pré-formatado, que se compreendem mas que cheiram a `déjà vu`. Fora isso, o filme tem bastante humor, é rodado a bom ritmo e não se pode dizer que seja um daqueles pastelões carregados de mensagens, com cartilha encartada. Filme descomplexado, ligeiro e optimista, apesar de tudo.


Cine-Australopitecus


     
 

Deixe um comentário:

Nome:

Introduza aqui o código que aparece em baixo:


 
Classifique o filme: